O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) destacou a atuação de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais no Programa de Reabilitação Profissional, responsável por acompanhar segurados que precisam se preparar para retornar ao mercado de trabalho em atividades compatíveis com suas condições de saúde.
Segundo o Instituto, atualmente trabalham no programa 158 terapeutas ocupacionais e 103 fisioterapeutas, totalizando 261 profissionais das duas áreas.
O acompanhamento começa após encaminhamento realizado pela Perícia Médica Federal e é definido de acordo com as capacidades e limitações de cada segurado.
Reabilitação é definida individualmente
Depois do encaminhamento, a equipe do INSS avalia a situação do segurado e estabelece, junto com o participante, as medidas mais adequadas ao processo de reabilitação.
O atendimento pode incluir cursos, treinamentos e outras ações de qualificação profissional.
Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais acompanham o segurado durante essas etapas, buscando identificar atividades profissionais compatíveis com sua condição funcional e auxiliando na preparação para o retorno ao trabalho.
O percurso não é igual para todos. As medidas são definidas a partir da avaliação individual de cada caso.
INSS ampliou equipe em 2026
O Instituto informou que 75 fisioterapeutas foram convocados em 2026 pelo Concurso Público Nacional Unificado (CPNU).
Outros 45 profissionais foram nomeados em setembro e deverão integrar a força de trabalho do INSS. A publicação, porém, não detalha quantos desses novos nomeados são fisioterapeutas ou terapeutas ocupacionais.
Os números divulgados pelo Instituto são:
- 158 terapeutas ocupacionais em atuação;
- 103 fisioterapeutas no programa;
- 75 fisioterapeutas convocados pelo CPNU em 2026;
- outros 45 profissionais nomeados em setembro;
- encaminhamento dos segurados realizado inicialmente pela Perícia Médica Federal.
Profissionais também atuam com tecnologias assistivas
Além do acompanhamento voltado à qualificação e ao retorno profissional, esses especialistas podem participar da fiscalização técnica de contratos relacionados a órteses, próteses, meios auxiliares de locomoção e tecnologias assistivas.
Esses recursos podem ser destinados a pessoas com deficiência ou limitações funcionais, conforme as necessidades identificadas durante o processo de reabilitação.
A publicação do INSS descreve a estrutura e a atuação da equipe, mas não altera critérios para concessão de benefícios previdenciários.
O Instituto também não informou o número atual de segurados atendidos pelo programa nem o prazo médio de acompanhamento.
Fonte:
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).